AO TEMPO QUE VIVO DE TATEAR (2025) POR LUCAS VIUDEZ ✽ EXPOSIÇÃO VERTICALIDADES
" Quando falamos de memória somos atravessados por uma série de percepções que tivemos daquele local ou pessoa. As vezes o que nosso olhar capturou, às vezes o que foi gravado em nosso toque e assim por diante. A obra aqui apresentada traz o toque como essa figura principal das percepções sobre o tempo e espaço e como um amontoado de sentidos e signos reflete o que gravamos em nossas subjetividades." dissera Lucas Viudez sobre sua obra visual feita em nanquim intitulada de "Ao tempo que vivo de Tatear" o qual retrata nossa interação com as percepções de tempo e vida, mãos interagindo com o que aparenta ser o tecido do Universo que ao depender do contato nos faz perceber que somos feitos do que o tempo possa feito (representado pelas distorções abstratas de partes da mão), uma das maiores incógnitas de nossa existência entender o que é esse movimento que nosso corpo, mundo e sociedade sente.
Lucas Viudez é Artista visual e designer de moda, costuma trabalhar diferentes plasticidades desde instalações à fotografia e à ilustrações em marcador, lápis de cor, grafite e pinturas em aquarela. Hoje seu trabalho está focado no uso de nanquim estudando a arte em preto & branco e na construção da memória e de nossas identidades através da percepção do outro.
Esta obra faz parte da nossa Exposição Verticalidades, uma iniciativa do Coletivo de Renovação e Expressão Artística (CORES), a exposição multilíngue e online recebe artistas que habita Fortaleza, maioria ao qual são estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC), na tentativa de expor alguns trabalhos de uma parte da cena artística da cidade, de forma acessível, coletiva e edificante.


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